SOBRE

Sobre-os-pLoo

Os pLoo surgiram em 2014, pela vontade de criar um grupo onde num só projeto pudesse expor, sem preconceitos, todas as minhas vivências e influências musicais. Um lugar eclético onde o Jazz, a música do mundo, a música improvisada e a música contemporânea pudessem coabitar. Um lugar de exploração onde os temas possam refletir a sua própria personalidade.

Uma pitada de Jazz para temperar uma amálgama contemporânea de improvisação sobre um ritmo de world music.

Paulo Costa - Composição, Bateria e Percussão

Diogo Dinis - Contrabaixo e baixo eletrico

Eurico Costa - Guitarra

Daniel Dias – Trombone

João Mortágua - Saxofone

Paulo-Costa

Paulo Costa

Baterista e percussionista versátil que se envolve em vários projetos de diferentes estilos musicais, tais como Jazz, Improvisação, Músicas do Mundo, Música Contemporânea e Clássica. Na área do Jazz é líder, compositor e baterista do grupo pLoo, com o qual gravou os discos “PELE DE PAPEL” (Carimbo Porta-Jazz 2018) e “ESTEREOGRAMA” (Carimbo Porta-Jazz 2015). É co-líder do grupo Glauco onde toca vibrafone e steel drums e com o qual gravou o disco “Azul Estranho” (Edição de Autor 2011).

Na área da Música Improvisada é co-líder e percussionista do grupo Triedro com o qual gravou o disco “Triedro” (RPM 2016) e que recentemente irá apresentar um novo trabalho discográfico. Trabalhou com grupos como Space Ensemble, FMI (Frente de Música Improvisada) ou Pangwe Lingua.

Na área das Músicas do Mundo, como percussionista, gravou com os brasileiros Lilian Raquel & Claudio César Ribeiro, “Com Todas as Cores” (Numérica 2013), e com o cabo verdiano Bilan, “Bilan” (Edição de Autor 2008). Trabalhou com nomes como o moçambicano Matchume Zango, os brasileiros Amarelo Manga ou os portugueses Retimbrar.

Na música contemporânea tem trabalhado com grupos como DRUMMING – Grupo de percussão, The Heartbreakers e Toy Ensemble.

Na área da Música Clássica trabalhou com várias orquestras, das quais destaca: Orquestra Sinfónica do XXIX FIMUPA (Brasil), Orquestra Clássica de Espinho, Wellesley College Choir of Boston (USA), Orquestra de Gaia, Orquestra do Norte, Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim, Orquestra Portuguesa de Saxofones e Orquestra de Câmara de Pedroso.

Desde 2010 tem exercido atividade como compositor e músico acompanhador de dança contemporânea. Destaca as composições originas para as peças “Scubi” com coreografia de Paula Moreno e “O céu é apenas um disfarce azul do inferno” com coreografia de Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristovão (Nuisis Zobop).

Paulo Costa nasceu no Porto em 1974 e começou a tocar bateria em grupos de rock como autodidata em 1995. Em 1998 estudou bateria na Escola de Jazz do Porto e em 1999 iniciou os estudos em percussão no Conservatório de Música da Maia. Em 2000 decidiu abandonar os estudos superiores de Engenharia e dedicar-se integralmente à música. Concluiu o curso livre de percussão da Academia de Música de Espinho em 2003 e em 2007 licenciou-se em percussão na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE-IPP), sob orientação de Miquel Bernat e Manuel Campos. Nesse mesmo ano lectivo frequentou o Curso Livre de Vibrafone Jazz da ESMAE, com o professor Jeffery Davis. Entre 2003 e 2006, manteve aulas particulares de percussão Latina e Africana, com o Uruguaio Nico Arnicho. Em 2016, concluiu o Mestrado em Ensino de Música na Universidade do Minho. Paulo Costa lecciona percussão no Conservatório de Música do Porto.

Diogo-Dinis

Diogo Dinis

Diogo Dinis é um contrabaixista Português com raízes no Alto Minho. Estudou desde novo na Escola de Jazz do Porto, no conservatório de Vigo e com vários professores particulares. Mais tarde faz a licenciatura na ESMAE em Jazz, contrabaixo. Encontra-se a concluir o mestrado em educação na mesma instituição.

Estudou e participou em master classes e workshops com imensos músicos, tanto nacionais como internacionais, dos quais destaca: Pedro Barreiros, António Augusto Aguiar, Michael Lauren, Nuno Ferreira, Paulo Perfeito, Demian Caboud, Mário Santos, Drew Gress, Joe Martin, Zack Loeber, Jorge Rossy, Ben Street, entre muitos outros.

Colabora regularmente muitas formações das quais destaca: Nuno Trocado, António Pedro Neves (AP), João Mortágua, Orquestra de Jazz de Espinho e Orquestra de Jazz de Matosinhos.

Eurico-Costa

Eurico Costa

Guitarrista e compositor, nasceu no Porto em 1979, onde reside. Depois de concluído o curso de guitarra clássica na Escola de Música Óscar da Silva, frequentou a licenciatura em guitarra jazz na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo. Ainda como representante desta instituição actuou no Teatro S.Luiz, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, no Teatro S.João e no Guimarães Jazz, entre outros.

Desde então a sua actividade tem sido plural, abarcando colaborações com o Remix Ensemble Casa da Música, a Orquestra Jazz de Matosinhos e a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, entre outros. Tendo sido membro de diversas formações, actualmente é no jazz onde concentra a sua maior actividade, designadamente nas formações Eurico Costa Quarteto, Eurico Costa Trio, Ensemble Super Moderne, ZERO – João Guimarães Octeto, pLoo e no seu mais recente projecto, The Nada.

No âmbito dessas colaborações actuou já em salas como Sala Guilhermina Suggia (Casa da Música), Wiener Konzerthaus, Volksbühne Berlin, Kampnagel, São Luiz Teatro Municipal, Theatro Circo, bem como nos festivais do Avante, de Paredes de Coura, de Vilar de Mouros e Guimarães Jazz, entre outros.

Em 2014 gravou o disco “Ensemble Super Moderne” do colectivo com o mesmo nome, que foi nomeado como “Disco do Ano” pelo site JazzLogical, em 2015 o disco “Estereograma” de pLoo, e em 2016 o disco “Do Nada e das Coisas Celestes” do projecto GuimarãesJazz/Porta-Jazz #2. Em 2017 editou o disco “The Nada”, nomeado pela Jazz.pt como um dos melhores discos do ano.

Teve oportunidade de colaborar com figuras destacadas como, entre outros, Jorge Rossy, Sylvain Darrifourcq, José Pedro Coelho, João Guimarães, Carlos Azevedo, Peter Rundel, Baldur Brönnimann, Demian Cabaud e Marcos Cavaleiro.

É docente de guitarra jazz na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo.

É membro fundador da Associação Porta-Jazz, entidade que se dedica à divulgação e promoção do jazz na região norte do país.

Daniel-Dias

Daniel Ferreira Dias

Nasceu em 1981 na cidade de Santa Maria da Feira. Iniciou ou seus estudos na Banda Musical de Souto. Estudou na Escola Profissional de Música de Espinho e na Escola Superior de Música e Artes de Espetáculo no Curso de Trombone.

Foi membro Bolseiro da Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira. Durante dois anos fez parte da Banda da Praça da Alegria, programa da RTP. Fez parte da orquestra dos musicais do encenador Filipe La Féria, colaborando até à data nos musicais "A Gaiola das Loucas" e " Annie".

Já orientou vários Master Classes de Trombone, na Ilha do Pico (Açores), Conservatório de Aveiro, Centro Cultural da Branca (para a Federação de Bandas do distrito de Aveiro), Conservatório Regional da Madeira, na Escola Profissional de Mirandela e nos Cursos de Verão de Amarante.

Já trabalhou como reforço na Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Regional do Norte, Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim, Orquestra de Sonhos, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra da E.S.A.R.T. e Orquestra do Minho.

Faz parte da Orquestra de Jazz de Matosinhos com quem tem realizado concertos pela Europa e Estados Unidos. Com esta formação teve a oportunidade de tocar com músicos como Lee Konitz, Dee Dee Bridgwater, John Hollenbeck, Perico Sambeat, Chris Cheek, Maria Schneider, Marck Turner, Kurt Rosewinkel, Maria João, Maria Rita e Mayra Andrade.

É membro do Ensemble Português de Trombones com quem já gravou um CD (A Diferent Era). Faz também parte do grupo Mr. MC and the Wild Bones Gang, projeto este liderado pelo tubista português Sérgio Carolino, com o qual fez a estreia mundial do Concerto para trombone e tuba do compositor Jorge Prendas em 2009 no Cineteatro de Alcobaça. Com esta formação realizou vários concertos entre os quais na Suíça no Festival de Metais de Geneve.

É membro do projecto Funky Bones Factory, que teve estreia no “Festival de Jazz de Sines” e gravou o seu primeiro disco em Dezembro de 2013.

Gravou com “SoulRichard”, “Azeitonas”, “Alberto Índio”, entre outros.

É membro da Banda Sinfónica Portuguesa com quem estreou o concerto para metais graves “Constelations” do compositor Daniel Martinho.

Faz parte do projecto Coreto, com quem gravou os discos “Aljamia”e “Mergulho”.

Recentemente realizou uma série de concertos com Pedro Abrunhosa e Comité Caviar.

Faz parte do projeto Ploo, liderado por Paulo Costa com quem gravou o disco "Estereograma".

Em 2017 foi membro do Júri do Prémio Jovens músicos na categoria de trombone nível superior. 

Leciona na Academia de Música e na Escola Profissional de Musica de Espinho onde em conjunto com Paulo Perfeito é responsável pela Orquestra de Jazz. 

Joao-Mortagua

João Mortágua é natural de Estarreja. Ingressou aos nove anos no Conservatório de Música de Aveiro, onde veio mais tarde a concluir o curso básico de piano, bem como o oitavo grau de saxofone, e onde integrou a Big Band e o Quarteto de Saxofones. Dado o crescente interesse pelo jazz, partiu em 2005 para Lisboa, onde frequentou a escola de jazz do Hot Clube de Portugal, em que integrou o Ensemble de Saxofones e a Big Band.

Licenciado em Música-Jazz pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (Porto), havendo integrado a sua Big Band e o Septeto premiado na Festa do Jazz do São Luiz 2007. Participou no 39º Seminário do Siena Jazz, tendo obtido uma bolsa para a 40ª edição. Tocou em vários clubes, teatros e festivais em Portugal, Espanha e Alemanha. Participou na gravação dos álbuns “OurSecretWorld” (OJM+KurtRosenwinkel) e “Agromando” (Iago Fernandez). Gravou já um álbum com a sua recente "Janela", bem como: "Câmbio", de Miguel Moreira; "Set", de Nuno Ferreira; "Bouncelab", de Mané Fernandes. Para além de integrar estas formações, pertence agora a outras cinco, cujos lançamentos acontecerão em 2015.

É docente de Saxofone Jazz no conservatório de Música de Coimbra.